OII-Brasil
Nossa Missão
- Atuar em favor dos Direitos Humanos para as pessoas intersexuais.
- Encorajar a troca de idéias e a percepção de diferentes perspectivas sobre a intersexualidade, considerando os vários grupos e as diferentes comunidades através do mundo.
- Informar, assessorar e procurar motivar e orientar os profissionais da área da saúde que trabalham com o diagnóstico e o tratamento de bebês e crianças com genitália atípica, a que compreendam as necessidades de seus pacientes, incluindo entre esses profissionais não apenas especialistas médicos e cirurgiões, mas também psicólogos, assistentes sociais, sexólogos, sociólogos e outros profissionais interessados nesse tema.
- Apoiar, orientar e informar as famílias e os amigos de pessoas intersexuais, de forma que entendam e compreendam as dificuldades por que passam, e assim apoiem e co-participem.
Os membros da OII rejeitam firmemente a idéia que em intersexuais o sexo é o resultado de uma desordem
Os membros da OII rejeitam firmemente a idéia que em intersexuais o sexo é o resultado de uma desordem ou anomalia e portanto nós rejeitamos a definição patalógica da conformação sexual em intersexuais como uma " desordem de desenvolvimento sexual " ou DSD em inglês.
Os perigos verdadeiros e desordens são o racismo e o sexismo que desenvolvem ideologias eugênicas e tecnologias para tratar os problemas sociais. Para os que seguem essa definição ideológica distorcida, em vez de respeitar e fazer progredir as pessoas com variações intersexuais, a solução é procurar eliminá-nos.
Debater abertamente sobre o sistemático abuso de poder pelos que controlam as definições é um meio importante de confrontar os verdadeiros problemas - a eugenia, o racismo e o modelo patriarcal de teme estar em perigo de entrar em colapso se a dicotomia masculino/feminino simplistica, acientífica mas corrente nao for aceita como sacrossanta.
Os membros da OII nao aceitam o sistema binário a-científico hoje imposto a quase todas as pessoas na maioria dos países como sacrossanto e esperamos a ajuda de pessoas e autoridades como aliadas para nos ajudar a confrontar este abuso de poder dos que simplesmente querem nos tutelar, eliminando. Está na hora de estabelecermos um novo paradigma de "normalidade".
Dra. Wal Torres, MS, PhD., Porta-voz, OII-Brasil